Esta semana tive mais um sobreaviso, na quarta-feira, o nono sobreaviso deste mês.
Durante um desses sobreavisos topei com um dos meus colegas de classe e ele comentou que uns dias atrás mandaram ele DH (deadheading), de extra para Lihue, no Hawaii. Ele ficou lá no pernoite de 24 horas e no dia seguinte, voltou novamente de extra. Eita folga.
Furada feia da escala.
Mas enfim, quinta-feira finalmente saí para um vôo com pernoite, até Oakland, CA, ali do lado de San Francisco. Fazia mais de uma semana que eu não voava.
Em alguns momentos, durante o embarque, acabei saindo do corredor para contar até 10 e respirar fundo. Ainda há pessoas que esperam que a gente guarde as malas nos bins, e acho que sempre vai ter, mas isso está acabando com a paciência cada vez mais.
Melhor nem começar com a lista de reclamações daquele embarque em Seattle.
E olha que quinta-feira foi somente um vôo, Seattle-Oakland, e dali para o hotel.
Depois de uma bela noite de descanso, tomei um relaxante café da manhã e peguei o BART (metrô) até San Francisco.
Fui até o consulado brasileiro para retirar o meu título eleitoral que eu transferi para os EUA. Pelo menos agora sou obrigada a votar somente em eleições presidenciais e não preciso ficar justificando falta em eleições de prefeito, deputados, plebiscito sobre armas, etc., toda vez que vou ao Brasil.
Eu também havia solicitado a transferência do título eleitoral do Marido para o consulado brasileiro só que algum nózinho lá no Brasil transferiu o título dele para a embaixada de Washington DC. Devem ter confundido Washington State com a capital americana, vai saber.
De qualquer maneira, também encaminhei o pedido para acertar essa pendência.
Burocracias resolvidas, caminhei duas quadras e já estava em Chinatown. Achei um guia para caminhada pelo bairro no site da National Geographic e segui as direções.
O bairro é bonitinho e tem lojinha de quinquilharia para todos os gostos.
Comprei o lotus golden yolk mooncake na confeitaria sugerida pelo guia. Horrível.
Também passei na fábrica de biscoitos da sorte, meio escondida. Era um lugar muito pequeno. Três mulheres estavam 'dobrando' os biscoitos.
Essa fábrica é 'pega-turista-trouxa'. Para tirar foto, você paga $0.50. O detalhe é que uma das mulheres que 'dobra' o biscoito também pega o dinheiro cobrado para as fotos. Super higiênico hein.
Terminei a manhã de passeio com um rápido almoço e fui correndo pegar o metrô para chegar a tempo da saída da van do hotel.
No vôo da volta, o embarque foi mais tranqüilo que o dia anterior.
A exceção foi durante o check da cabine, antes da decolagem, quando vi um rapaz com um filhote de dálmata no colo! Cães e gatos tem que ficar na 'jaulinha' deles, durante embarque, vôo e desembarque. Trancados. Nada de portinha aberta para acalmá-los. Depois fiquei sabendo que era a primeira vez que o rapaz voava com um animal a bordo.
Mas enfim, a contragosto, o rapaz colocou o filhote dentro da 'jaula'.
Mais tarde, no aeroporto de Seattle, vi o rapaz com o filhote no colo e fui até lá para chamegar o cãozinho. Ele era muito fofo.
Mais tarde posto algumas fotos que tirei em Chinatown.
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