Saindo de Seattle, assim que decolamos, fomos chamados quando um homem, bombeiro, começou a passar mal. A mulher não sabia o que estava acontecendo com o marido, estava assustada depois que viu ele desmaiar e virar os olhos. Administramos oxigênio e ficou nisso. Ainda bem! O vôo transcorreu normalmente e como eu estava de B, não tive muito trabalho. Um comissário estava atrás comigo, trabalhando de C (responsável pelas bebidas e por montar os carrinhos) um policial de Los Angeles, aposentado. Figura! A primeira impressão é que ele até pode meter medo, mas foi super bacana. O que ele mais gostava era de entreter as crianças.
Chegando em Mazatlan, fomos levados de táxi até o hotel.
Normalmente é uma van nos outros lugares.
Estávamos espremidos num táxi pequeno, mas tudo bem. Em Mazatlan o traslado do aeroporto até o hotel é o mais longo de todos os pernoites: 40 minutos.
Tudo lembrava o Brasil. Era impressionante. Parecia o trajeto da BR-101 quando ainda não era duplicada.
Uma vez no hotel, só nos trocamos e fomos para a praia. A praia é OK, não é uma água azul ou areia branca que nem Cancun e como estava no final da tarde, até me cobri com a toalha por causa da brisa. (Fotos do pôr do sol no post anterior.)
Tentei tirar um cochilo no quarto mais tarde e à noite saímos para jantar. Finalmente tomei uma Margarita e estava ó: supimpa, e era gigante!
Na manhã seguinte tomei café da manhã numa padaria próximo ao hotel, recomendada por todo mundo. Cheguei lá 10:30h e estava lotado. Pedi somente um pedaço de bolo e café. O bolo era um tres leches e era do tamanho do prato de lanche onde foi servido. Uma delícia, eu quase explodi. Molhadinho e furadinho. Delicioso.
Em Los Angeles seguimos para a nossa aeronave e a viagem para Seattle não poderia ser mais tranqüila. Quer dizer, poderia sim, se tivéssemos menos passageiros no vôo. Estávamos somente com 100 na classe econômica.
Durante o embarque, uma mulher falou para mim que ela é massagista e a hora que tivéssemos uma folga era para chamá-la e ela faria uma massagem nas costas.
Esqueci completamente da mulher durante o vôo e de repente, faltando uns 30 minutos para o pouso, ela aparece na galley e pergunta se eu queria a massagem: "Claro!"
Foi ótimo.
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