quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

The Best Shuttle Ride, Ever

Mal entramos na van que nos levaria ao hotel em Mazatlan, e o chefe de equipe tira a garrafa com o mix de margarita e tequila que ele comprou em Los Angeles, no nosso tempo de solo. O gelo ele levou do avião.
Éramos 4. Para o piloto e co-piloto era somente um bate volta LAX-MZT-LAX.
Assim começou a nossa longa viagem - 45 minutos! - até o hotel.

O chefe de equipe, tinha muita história para contar mas a mais interessante foi de quando ele supostamente pescou da asa do avião, em Juneau. Na verdade ele não pescou nada, ele somente foi lá porque outra comissária, que estava tomando banho de sol sobre a asa, sabia que ele estava trazendo o equipamento de pesca, e achou que ficaria engraçado tirar uma foto de alguém pescando, sentado na asa do avião.
A parte não tão engraçada, é que ele foi demitido depois dessa história. Como ele voltou a voar depois, eu não sei.

Chegamos no hotel, fizemos o check-in. Misture cansaço + duas margaritas + calor = capotar na cama.
Combinamos de nos encontrar para jantar mais tarde. Eu só acordei porque coloquei o despertador, caso contrário, teria dormido direto até a manhã seguinte.

Comemos uns tacos num desses botequins de rua e estava uma delícia. Lembro que o nome do lugar era Tropos. Barato e delicioso. Voltarei para lá numa próxima vez. Depois dessa comilança, eu só queria saber de dormir, dormir, dormir. E foi o que eu fiz.

Acordei na manhã seguinte, - com despertador, é claro - , e a vista da sacada foi o que me motivou a deixar a preguiça de lado e deixar o quarto.
Depois do café da manhã no Panamá caminhei por quase 2 horas à beira da praia. Não prestei muita atenção na distância que eu havia andado e por isso a volta foi dureza, e de sobra levei um sapecão.

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