O cara embarca com a mala, uma briefcase e um outro item que parecia uma bolsa contendo um tripé.
Ele está na poltrona 6, a primeira fileira da classe econômica. Primeiro ele coloca a briefcase no bin. Em seguida a mala, com as rodinhas para o fundo do bin e tenta fechá-lo. Enquanto ele está brigando com o bin, e atrasando as outras 130 pessoas no embarque, sugeri a ele que virasse a mala, deixando as rodinhas viradas para o corredor. A resposta dele: "Eu conheço a minha mala." E 'bum', com violência, ele consegue fechar o bin.
Minutos depois, outro passageiro, sentado ao lado dele, abre o bin porque precisa de espaço para a bagagem também. Depois disso, ninguém mais conseguiu fechar aquilo; tivemos que virar a mala e deixá-la de lado mesmo, ocupando o que poderia ser o espaço para outra pessoa.
Eu sugeri deixar as rodinhas da mala viradas para o corredor porque 80% das vezes, funciona. No caso da mala do cara, não. Infelizmente, não.
E eu não entendo como tem gente que, quando embarca, toma todo o tempo do mundo para fazer isso, coloca a sua bagagem no bin e fecha ele com apenas uma mala nele, sendo que ainda há várias pessoas que ainda vão embarcar. Depois o pessoal que entra, não sabe se ainda há espaço naquele bagageiro ou não. E daí fica aquele abre-e-fecha interminável. Sugestão: deixe o bin aberto. A gente fecha ele quando faz o check final da cabine.
Lembrei de alguns casos em que a mala nem entra no bin, e temos que despachá-la. O pessoal não gosta e ainda por cima desconta encima da gente. 'Hello!' As medidas de bagagem de mão estão no check-in do aeroporto. Num vôo, duas semanas atrás, de San Francisco para Seattle, tivemos que despachar nada menos que 19 malas! Foi horrível.
Outro dia, despachamos uma mala porque o cara não conseguia sequer levantá-la, de tão pesada que estava. E se a sua mala está pesada, não espere por minha ajuda não. Não vou estragar a minha coluna por causa de sua mala.
Outra: a mulher entra com trocentas bolsas, a mala e um café da Starbucks. Ela olhou com uma cara de 'Você pode me ajudar?'. Respondi: "Claro, me dá aqui o seu café para você ficar com uma mão livre." Juro que já fiz isso pelo menos umas três vezes.
História de bagagem de bordo é o que não falta...
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